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"Eu jurei, que daquele momento em diante, se pudesse proteger as pessoas, pudesse salvá-las, eu não aguardaria permissão. Eu iria agir. Como você faz toda vez que pula pela janela e salva o dia. Nós agimos, você e eu. Somos mais parecidos do que imagina."
—Maxwell Lord para a Supergirl[fonte]

Maxwell "Max" Lord é o filho de um falecido homem sem nome e de uma falecida mulher sem nome, e o CEO e fundador da Lord Tecnologias. Inicialmente, Max foi cético quanto às tentativas heroicas da Supergirl quando ela apareceu em National City, e até mesmo criou um clone para matá-la. Depois que sua empresa foi atacada por kryptonianos, Max procurou por uma forma de se proteger e acabou criando a kryptonita vermelha, que acidentalmente infectou a Supergirl.

Depois de ser preso pelo D.O.E., Max começou a mudar de opinião em relação a Supergirl. Quando National City foi afetada pela Miríade, Max ajudou Cat Grant e a Supergirl a retomar o controle da cidade.

Biografia[]

Vida pregressa[]

Maxwell Lord foi o filho de um casal de cientistas que trabalhava para o governo, especialmente em experimentos biológicos. Um dia, Max e seus pais descobriram que havia uma falha no sistema e tentaram alertar o governo, que não os escutaram. Dois meses depois, Max descobriu que o traje de proteção de seus pais não conseguiriam suportar o vírus. Ele tentou alertar o CDC, mas ninguém quis ouvi-lo. Consequentemente, o vírus penetrou pelo traje de seus pais e os matou.[1][2]

Em sua vida adulta, Max se tornou um inventor e empresário. Ele fundou uma empresa multibilionária chamda Lord Tecnologias.[3]

Ceticismo à Supergirl[]

Depois que a Supergirl causou um derramamento de óleo no Porto de National City, Max fez uma doação para ajudar na limpeza. Naquele dia, ele realizou uma entrevista na qual condenou a atitude da heroína, comentando que a cidade iria sofrer assim como Metrópolis sofreu quando o Superman apareceu.[3]

Max dançando com Cat

Max dançando com Cat.

Algum tempo depois, Max foi capturado por Reactron. O vilão levou até seu esconderijo e exigiu que consertasse seu traje. Eventualmente, Max cumpriu as ordens dada pelo Reactron, mas o vilão se preparou para matá-lo. Felizmente, a Supergirl apareceu para salvá-lo. No entanto, quando foi entrevistado a respeito do ocorrido, Max declarou que foi o Superman quem o resgatou. Naquela noite, Max compareceu a uma festa de Cat Grant. Enquanto dançavam juntos, ele perguntou como havia entrado em contato com a Supergirl, mas a mulher permaneceu misteriosa. Quando Reactron invadiu a festa, Max foi salvo pela Supergirl mais uma vez.[4]

Querendo ver a potência dos poderes da Supergirl, Max construiu alguns drones para testá-la.

Depois que um dos laboratórios da Lord Tecnologias foi destruído, a agente Alex Danvers questionou Max a respeito de Ethan Knox, o mal-feitor por trás do ocorrido. Ela tentou alertá-lo de que o homem estava atrás dele, mas Max a ignorou e decidiu continuar com a abertura de seu trem-bala. Durante o lançamento, a Supergirl apareceu e pediu para que todos fossem para o último vagão, conseguindo salvar as pessoas. Mais tarde, a heroína confrontou Maxwell em seu escritório, acreditando que ele estava a vigiando. Max confirmou as acusações e disse que estava apenas a testando. A Supergirl disse que aquilo não havia acabado, e que estaria observando seus passos.[1]

Quando o androide Tornado Vermelho fugiu do controle do governo, Alex levou um dos braços do robô e pediu para Max ajudá-la a encontrá-lo. Inicialmente, Max se recusou em envolver, mas mudou de ideia. Ele foi capaz de descobrir que o Dr. T.O. Morrow estava controlando o androide.[5] Depois que National City foi atingida por um terremoto, Maxwell ajudou as pessoas afetadas pelo ocorrido. Enquanto ajudava na rua, ele encontrou Kara Danvers e James Olsen. Enquanto conversavam, uma pessoa bateu o carro. Max correu para tentar resgatá-la, mas quando chegou, a pessoa já havia morrido.[6]

Criando a Bizarro e preso[]

Em algum momento, Max obteve sete mulheres em coma cerebral. Ele então começou a realizar diversos testes com elas.[7]

Max ameaçando James

Max ameaçando James.

Um dia depois dos kryptonianos invadirem sua empresa, Max encontrou James Olsen fotografando os danos e o expulsou de sua propriedade. Mais tarde, capangas de Max capturaram James quando ele invadiu seu prédio. Max tentou fazê-lo dizer quem o ajudou a passar pela segurança, mas ele permaneceu em silêncio. Maxwell então deu alguns socos nele e o ameaçou, dizendo que se tentasse fazer algo daquele feitio novamente, ele iria quebrar mais do que sua câmera. Naquela noite, Max se encontrou com uma das mulheres em coma e se apresentou formalmente.[8]

Alguns dias depois, Alex ligou para Max e exigiu por um "encontro" para que "abrissem o jogo". Na noite do "encontro", Max organizou um jantar especial. Alex perguntou o que os kryptonianos queriam de seu laboratório, mas Maxwell, mudando de assunto, a relembrou que a Supergirl também era da mesma espécie, embora Alex comentasse que ela salvava vidas. Não respondendo a pergunta feita, Max perguntou qual era sua relação com a Supergirl. Alex disse que ela trabalhava com a organização a qual fazia parte. Enfim, Max revelou que seus funcionários fizeram o inventário do laboratório e disse que os kryptonianos não roubaram nada. Em algum momento durante o encontro, Max colocou uma escuta na bolsa de Alex. Quando ela retornou para o apartamento de sua irmã, ele descobriu que Alex e a Supergirl eram parentes.[9]

Algumas semanas depois, Max treinou o clone da Supergirl para que ela agisse como a heroína. No entanto, quando o clone começou a questionar suas ordens, Max fez lavagem cerebral para convencê-la a matar a Supergirl. Depois que a clone foi derrotada, Max foi confrontado por Alex. Ele confessou indiretamente seus experimentos e ameaçou expor a identidade da Supergirl caso fosse preso. Alex o prendeu do mesmo jeito e o levou para o D.O.E..[10]

Ajudando a Supergirl e o D.O.E.[]

Quando a Supergirl foi infectada pela Clemência Negra, Alex, relutantemente, pediu ajuda de Max para salvá-la. Embora salvasse a heroína como pedido, ele foi levado de volta para sua cela apesar de seus protestos.[11]

Max conversando com a Supergirl

Max conversando com a Supergirl.

No dia seguinte, Kara visitou Max para agradecê-lo por salvá-la. Ele pediu que, em troca de sua cooperação, fosse solto, mas ela calmamente negou seu pedido, alegando que ele era muito perigoso para deixá-lo solto. Maxwell se irritou e gritou que se não fosse por ele, ela estaria morta. Kara não se abalou por isso e alegou que sem ele, o mundo seria um lugar melhor. Contudo, alguns dias depois, Kara e Alex soltaram Max de sua cela. Antes de ir, as irmãs ameaçaram expor seus crimes caso ele revelasse a identidade da Supergirl.[12]

Depois de ser solto, Max decidiu criar uma kryptonita sintética para se proteger de Non. Porém, seu experimento acabou criando uma nova espécie de kryptonita que afetou a Supergirl, fazendo com que sua compaixão fosse diminuída a cada dia.

Ao descobrir que a Supergirl foi infectada por seu experimento, Max voltou para o D.O.E., revelando que foi ele quem criou aquela nova kryptonita. Alex ameaçou prendê-lo novamente, mas Max garantiu que estava lá para consertar seus erros. Ele então ajudou a organização a criar um antídoto para a situação de Kara.[13]

Miríade[]

Max conversando com a Supergirl sobre seu plano

Max conversando com a Supergirl sobre seu plano.

Quando a Miríade foi ativada, todos em National City começaram a ser controlados pela programação. Max foi capaz de se proteger usando fones especiais que ele havia criado. Ele então foi até a CatCo, onde encontrou Cat e a Supergirl. Ele explicou sua invenção para as duas e também revelou que a mesma proteção estava nos brincos de Cat. Mais tarde, Max revelou que planejava detonar uma bomba de kryptonita para matar os kryptonianos, mas a casualidade humana seria 8% da população. Embora recebesse permissão presidencial, Cat e a Supergirl sugeriram outro plano: espalhar esperança para as pessoas. Max decidiu seguir o plano delas e o trio foi até a antiga estação de transmissão de Cat.[2]

Max conseguiu burlar a programação do Miríade e a usou para espalhar a mensagem da Supergirl, conseguindo libertar a mente das pessoas do controle do programa. No entanto, quando Non e Indigo decidiram matar todas as pessoas da Terra usando o Omegadron, Non foi até o D.O.E. para alertar a organização, avisando-os que o barulho iria continuar até que seus crânios explodissem. A Supergirl decidiu partir para enfrentá-los, mas Max a parou e disse que ela poderia morrer. Apesar dos riscos, Kara decidiu seguir em frente. Depois que a Supergirl salvou o planeta, o General Sam Lane entregou o Omegadron para Max.[14]

Crise nas Terras Infinitas[]

Presumindo que Maxwell Lord tenha sobrevivido até 2019, ele acabou sendo morto pela antimatéria durante a Crise nas Terras Infinitas.[15] Entretanto, é atualmente desconhecido se ele foi ressuscitado na Terra-Prime.

Personalidade[]


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Habilidades[]

  • Intelecto de nível genial/Grande visão de negócios/Tático especialista/Líder: Max é um homem muito inteligente, que o próprio Non afirmou ter dominado as tecnologias da Terra. Ele é um estrategista extremamente astuto, sendo a única pessoa a descobrir os planos de Non e Astra com antecedência. Max é um empresário renomado, pois conseguiu administrar com sucesso a Lord Tecnologias por um número desconhecido de anos desde que fundou a empresa.
    • Engenheiro mestre: Max conseguiu consertar a armadura de Reactron em poucas horas e construiu vários androides sofisticados para estudar a Supergirl. Ele também criou um dispositivo que permitiu que Alex Danvers se aventurasse dentro da mente de Kara enquanto esta estava incapacitada por uma Clemência Negra e projetou fones de ouvido especiais para proteger a mente dele e de Cat de Miríade.
    • Cientista mestre: Após sete tentativas, Max foi capaz de criar Bizarro, um clone da Supergirl com as mesmas habilidades, através de um fluido sintético. Ele quase teve sucesso na criação de kryptonita verde sintética, mas acabou criando a kryptonita vermelha. Trabalhando com Alex, Max também conseguiu criar um antídoto para a kryptonita vermelha.
    • Médico especialista: Max se formou na faculdade de medicina em um único ano. Ele tem conhecimento em primeiros socorros, como demonstrado ao identificar as artérias de um civil quase morto durante um terremoto em National City. Max também deduziu à primeira vista que Reactron estava sofrendo de envenenamento por radiação, listando seus sintomas em detalhes.

Aparições[]

Supergirl[]


Curiosidades[]

  • Max gosta do refrigerante Dr Pepper.[16]
  • Maxwell é um dos poucos humanos capazes de criar kryptonita. Outros são Alex Danvers, Lillian Luthor, Lena Luthor e Eve Teschmacher.
    • No entanto, cada um deles é capaz de criar uma versão diferente de kryptonita: Alex consegue criar kryptonita azul, Max consegue criar kryptonita vermelha, Lillian consegue criar a kryptonita verde, Lena consegue criar a kryptonita verde e o Harun-El, enquanto Eve cria apenas o Harun-El.

Por de trás das câmeras[]

  • Nas histórias em quadrinhos da DC Comics, Maxwell Lord é um empresário e também o fundador da Liga da Justiça Internacional. Inicialmente, Maxwell, apesar de sua arrogância, foi um personagem "heroico", mas acabou se tornando um vilão com o decorrer dos anos, especificamente um inimigo da Mulher-Maravilha. Sua primeira aparição ocorreu em Liga da Justiça #1 (maio de 1987).

Referências[]

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